Resposta curta: migre quando a ferramenta em si é o problema (preço em escala, uma função que falta, um produto que fechou como o June.so). Some quando o problema é que ninguém transforma os relatórios em mudança no produto: mantenha o coletor e acrescente algo que leia. Nos dois casos, o checklist abaixo evita perder histórico ou contar evento duas vezes.
Três motivos pra migrar, e um que não é
Times trocam de product analytics por três motivos legítimos. A conta cresceu com o volume e o plano grátis de um concorrente passou a cobrir o mesmo uso (Mixpanel e PostHog dão 1 milhão de eventos por mês grátis; o Amplitude, 2 milhões desde que passou a cobrar por evento em julho de 2026). Falta uma função, em geral gravação de sessão, feature flags ou guias dentro do produto. Ou o fornecedor sumiu: o June.so, popular entre times de SaaS B2B, encerrou em agosto de 2025 e apontou os clientes pro Amplitude, e o Heap hoje faz parte da Contentsquare.
O motivo que não se sustenta é "não tiramos insight dele". Uma ferramenta nova de gráficos com os mesmos eventos e o mesmo leitor produz o mesmo silêncio. Se a dor é decidir o que construir, o conserto é uma camada que lê os dados e propõe a mudança, não um lugar novo pra guardar eventos. É o que a Holdy faz em cima do PostHog ou do Mixpanel, sem migração.
Migrar ou somar?
| Sua situação | Movimento | Por quê |
|---|---|---|
| A conta é o problema | Migrar pra PostHog, Mixpanel ou Amplitude no seu volume real | Os três têm plano grátis; compare no seu número de eventos, não no preço de tabela |
| Precisa de gravação ou flags | Migrar pro PostHog, ou somar ao lado | Os dois vêm no plano grátis dele |
| Precisa de guias dentro do produto | Somar Userpilot, Appcues ou Pendo | Ferramenta de análise não constrói guia |
| O fornecedor fechou | Exportar agora, depois migrar | O June.so deu 30 dias pra exportar; não conte com mais |
| O dado existe, a decisão não | Somar: manter o coletor, acrescentar a Holdy | A Holdy traz o histórico do PostHog ou do Mixpanel e abre a oportunidade sozinha |
Checklist de migração em 7 passos
- Exporte o histórico primeiro. Eventos crus com data, id de usuário e propriedades, não só os relatórios salvos. Se o fornecedor está fechando, faça isso antes de qualquer coisa.
- Escreva o plano de eventos. Liste os cinco a dez eventos que marcam progresso no seu produto (criou o primeiro item, convidou alguém, concluiu o fluxo principal), as propriedades de cada um e qual identifica a conta cliente. A maioria das migrações falha aqui: a ferramenta antiga tinha eventos de que ninguém lembra o significado.
- Mantenha o id da conta estável. Em SaaS B2B, a unidade que paga é a empresa. Garanta que todo evento na ferramenta nova carregue o mesmo identificador de conta da antiga, ou você perde a capacidade de dizer quais clientes ativaram.
- Rode as duas por um ciclo. Mande eventos pra antiga e pra nova em paralelo por pelo menos uma janela de ativação (7 a 30 dias) e compare as contagens no mesmo dia. Diferença acima de uns poucos por cento é evento faltando ou contado duas vezes.
- Remonte só os relatórios que alguém abre. Veja quais relatórios salvos foram vistos nos últimos 90 dias. O resto já estava morto.
- Vire num dia calmo e deixe a antiga só pra leitura até a primeira revisão mensal passar na nova.
- Decida quem lê, toda semana, pelo nome. Se ninguém pode ser nomeado, esse é o sinal pra somar um leitor em cima em vez de migrar de novo daqui a um ano.
Como funciona somar a Holdy
A Holdy conecta no PostHog ou no Mixpanel, traz o histórico de eventos e começa a ler no mesmo dia. Dali em diante ela vigia o comportamento de cada conta cliente, compõe os eventos em comportamentos com nome (ativou, adotou a função principal, esfriou) e, quando algo muda, abre a oportunidade com a evidência, as contas afetadas e um plano escrito. A mudança sai como dica dentro do produto pelo SDK da Holdy, mensagem, ou pull request em rascunho no GitHub, com grupo de controle, e a Holdy mede o resultado no comportamento e no MRR que converteu ou cancelou.
Com o SDK da Holdy instalado, os eventos novos vêm do SDK e nada é contado duas vezes; o conector é só o caminho pra trazer o passado. A ferramenta de análise fica pras perguntas do time, gravação e flags. A Holdy começa num Free sem cartão, até 20 contas ativas, 5 perguntas e 3 melhorias geradas por IA por mês; os pagos são Launch a R$ 149 (US$ 29) por mês até 100 empresas clientes e Growth a R$ 490 (US$ 99) até 1.000, nunca por assento ou evento.
O que você perde e o que não perde
Numa migração de verdade você perde relatórios salvos, dashboards e definições de coorte, e só mantém os eventos crus se exportou. Curvas de retenção recomeçam, a não ser que a ferramenta nova importe o histórico com as datas originais. Somando, você não perde nada: o coletor guarda tudo e o leitor trabalha em cima.
Pensando em trocar porque ninguém lê os dados?
A Holdy acha o que trava a ativação e a conversão, entrega a melhoria pronta pra revisar e mede o impacto na retenção e na receita contra um grupo que ficou de fora. Comece no Free, sem cartão.
